seriously, eu sou idiota.
agora depois de falar com alguém, eu to bem.
segunda pessoa me falando que essa porra é hormonal.
não tem como eu não desencanar.
agora qualquer pensamento idiota será ignorado.
this is just a bad trip, tatiana -q
terça-feira, março 30, 2010
domingo, março 21, 2010
sábado, março 13, 2010
domingo, março 07, 2010
- T diz:
*Era uma vez um lindo menino chamado Arthur.
Tuta diz:
*OUWN! LINDO (L)
- T diz:
*Arthur, tinha 17 anos e estava em suas eternas férias de verão
Tuta diz:
*QUE MENTIRAAAAA!
- T diz:
*A maldita escola do governo não começava logo de uma vez, fazendo com que ele ficasse entediado.
- T diz:
*Isso mesmo! Arthur não aguentava mais ficar sem fazer nada, vendo todo mundo a sua volta indo pro batente.
Tuta diz:
*Pro batente foi forte x)
- T diz:
*Houve um dia, em que Tuta acordou se sentindo sem nenhuma disposição.
*Ele ignorou esse sentimento continuando a viver, como se nada diferente estivesse ocorrendo naquele dia.
- T diz:
*Infelizmente, houve uma hora na qual o jovem rapaz descobriu a verdade.
- T diz:
*"Como ele descobriu a verdade?", você pergunta, caro leitor.
*Ouvindo o som do batidão da favela carioca.
- T diz:
*O grande funk conhecido internacionalmente pelas gringas espevitadas e desbundadas da Europa.
Tuta diz:
*Já pensou em ser escritora de livros motivacionais infanto-juvenis? Acho que você tem a manha aw@.@
- T diz:
*Como ia dizendo, Arthur estava transitando pelas ruas do seu bairro quando desce de um ônibus um jovem afro-descendente de uns 20 e poucos anos, segurando um celular.
- T diz:
*Do mesmo celular saiu uma bela melodia que hipnotizou os tímpanos de Tuta.
- T diz:
*Infelizmente nosso jovem amigo não conseguiu dançar o créu porque ele não estava com nenhuma disposição.
- T diz:
*Arthur teve então que ignorar as ordens que a bela melodia transmitia para ele.
*Fim!
*q
*nossa
*obrigada hahahahaha
- T diz:
*e eu super me perdi
*eu super poderia fazer desenhos também
- T diz:
*Oh, como o olhar de Arthur ficou triste a partir desse momento. Seu coração e seus membros foram tomados por tamanha impotência interior fazendo com que ele simplesmente abaixasse a cabeça para aquela música - que depois de bela, tornou-se traumatizante - e ir embora daquele lugar.
*Era uma vez um lindo menino chamado Arthur.
Tuta diz:
*OUWN! LINDO (L)
- T diz:
*Arthur, tinha 17 anos e estava em suas eternas férias de verão
Tuta diz:
*QUE MENTIRAAAAA!
- T diz:
*A maldita escola do governo não começava logo de uma vez, fazendo com que ele ficasse entediado.
- T diz:
*Isso mesmo! Arthur não aguentava mais ficar sem fazer nada, vendo todo mundo a sua volta indo pro batente.
Tuta diz:
*Pro batente foi forte x)
- T diz:
*Houve um dia, em que Tuta acordou se sentindo sem nenhuma disposição.
*Ele ignorou esse sentimento continuando a viver, como se nada diferente estivesse ocorrendo naquele dia.
- T diz:
*Infelizmente, houve uma hora na qual o jovem rapaz descobriu a verdade.
- T diz:
*"Como ele descobriu a verdade?", você pergunta, caro leitor.
*Ouvindo o som do batidão da favela carioca.
- T diz:
*O grande funk conhecido internacionalmente pelas gringas espevitadas e desbundadas da Europa.
Tuta diz:
*Já pensou em ser escritora de livros motivacionais infanto-juvenis? Acho que você tem a manha aw@.@
- T diz:
*Como ia dizendo, Arthur estava transitando pelas ruas do seu bairro quando desce de um ônibus um jovem afro-descendente de uns 20 e poucos anos, segurando um celular.
- T diz:
*Do mesmo celular saiu uma bela melodia que hipnotizou os tímpanos de Tuta.
- T diz:
*Infelizmente nosso jovem amigo não conseguiu dançar o créu porque ele não estava com nenhuma disposição.
- T diz:
*Arthur teve então que ignorar as ordens que a bela melodia transmitia para ele.
*Fim!
*q
*nossa
*obrigada hahahahaha
- T diz:
*e eu super me perdi
*eu super poderia fazer desenhos também
- T diz:
*Oh, como o olhar de Arthur ficou triste a partir desse momento. Seu coração e seus membros foram tomados por tamanha impotência interior fazendo com que ele simplesmente abaixasse a cabeça para aquela música - que depois de bela, tornou-se traumatizante - e ir embora daquele lugar.
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